Segunda-feira, Dezembro 01, 2008


NOVIDADE
NAS BANCAS



Amigos, Adicionar imagem


Dentro de uns quinze dias, haverá o lançamento do meu livro sobre o acesso do Corinthians.


Todo mundo sabe que não é o meu time, mas me deu um prazer muito grande escrever o livro.


Tem prefácio do grande Vitor Guedes e apresentação do Juca Kfouri.


Quando souber a data exata, co



munico a todos.


Por favor, se puderem capturar a foto e reproduzir a novidade nos blogs de vocês, eu adoraria.


Ah, todo mundo tem um amigo corintiano.


Então, o presente de Natal bem que poderia ser o livro do Velho Homem de Imprensa.


22 Comentários:

márcia disse...

é o escritor mais lindo e fofo do mundo!

Susana disse...

Que orgulho desse menino!!!!!! Já vou fazer minhas encomendas; quero dois. Parabéns, mais vc foi mineiro demais, hein!! Que surpresa!!!!

Neto disse...

Menon, vc tem alma corintiana e somente um cara com a sua percepção poderia escrever um livro sobre o Time do Povo. Quero quatro, um pra mim e outros para presentear meu pai e irmãos!
E Prefácio de Victor Guedes, pai de Basílio, é algo que coroa a majestade da publicação!
Grande abraço e parabéns

Luiz Augusto Lima disse...

Parabéns, Menon! Vou falar com o Borges e colocaremos no Esporte Fino...! Ah, e embora não seja meu time, também garantirei meu exemplar.

Almir disse...

Por que voce não escreve um livro sobre o seu time?

Será que é porque não ia vender tanto?

Não vou comprar este livro porque:

1 - Se você for coerente com o que você costuma escrever sobre o Corinthians, o livro deve ser ofensivo para os corinthianos.

2 - Se o livro for favorável ao grande papel que o Corinthians fez, eu vou ficar enojado, pensando o quanto as pessoas conseguem ser hipócritas a troco de dinheiro.

ps: Fui leitor e assinante do JT por muitos anos. Abandonei o jornal por causa de sãopaulinos como você e, principalmente, aquele monte de palmeirenses facciosos que havia lá.

Marcelo Laguna disse...

Parabéns, Menon. Um são-paulino escrever um livro sobre o Corinthians, com a qualidade com que tenho certeza que foi escrito, só prova que rivalidades clubísticas não podem ultrapassar o limite do bom senso.

Vou reproduzir lá no meu blog.

Abração

Rodrigo Borges disse...

Menon, vc tem como me mandar essa capa em alta resolução? Quero fazer uma pauta pro Destak.

Moacyr disse...

Você insiste: não é corinthiano. Eu também insisto: mas importante do que ser corinthiano é ter alma de corinthiano. Fiquei emocionado ao ver a capa. Vou até relevar o fato do prefácio ter sido escrito por um udenista de alma sãopaulina. Um abraço de um amigo que quando te conheceu - há mais de trinta anos, ainda não havia visto o Corinthians campeão.

Moacyr disse...

Desculpe a falha. O prefácio será escrito pelo grande corinthiano Vitor que, infelizmente, ainda não pude conhecer. A apresentação é que será feita pelo udenista de alma sãopaulina.

Rubão disse...

Eu quero uma cópia autografada e devidamente enviada "de grátis" pra mim. a lamentar apenas um texto do mala e péssimo Juca Kfouri.

Já o VG prefaciando, perfeito. um homem que tem a cara de maloqueiro e sofredor sem dúvida nenhuma.

Maroca disse...

Vi aqui o livro e o blog. Vou comprar. abs

http://br.oleole.com/blogs/ripa-na-chulipa/posts/fim-do-silencio

Mora disse...

Sensacional!
Meu ídolo no jornalismo - e amigo dos mais admiráveis antes de ídolo, vale ressaltar - escreveu um livro sobre a minha paixão no futebol!
Que continue escrevendo livros em profusão, Menon. Farei questão de tê-los na estante mesmo se se tratarem do São Paulo ou da seleção do Dunga.
Grande abraço.

Bittencourt disse...

Até retomei o blog, Menon...e vou postar novamente por lá quando tiver mais detalhes. Abrs

Marco disse...

Um sãopaulino fanático e anticorinthiano escrevendo um livro exaltando o Corinthians?

Já não me surpreendo com mais nada! Daqui a pouco, é capaz de sair um livro do Osama Bin Laden sobre o american way of life!

Só não acho que o livro do Menon seja muito convicente. A começar pelo erro de grafia do título: "corintiana" é com H, assim como CorintHians.

Neto disse...

Marco, como padronização corintiano se escreve sem o "h". Isso em todos os veículos da grande imprensa e nas revistas do gênero, que usam manuais dos jornalões! Por isso, não há erro de grafia. Alguns corintianos defendem o uso de "corinthianos", mas é mais uma questão tradicionalista do que de ordem semântica, se é que você me entende?!
O livro do Menon só pode ser CONVINCENTE, pois ele acompanhou o time como setorista desde o rebaixamento e em quase todos os jogos da Série B (eu mesmo o encontrei em alguns). Além disso, o Menon entende como poucos futebol, raramente cai no senso comum de outros que vemos por aí. Se você considerasse a apresentação do Kfouri como ponto negativo poderia concordar. Mas leia (eu ainda não li) o prefácio do corintiano Vitor Guedes e, ali, vc vai entender porque o Menon é a pessoa indicada para escrever este livro. Saudações

Vitor disse...

Para escrever o prefácio (uma das tarefas mais prazerosas e que mais me deu orgulho na carreira), tive o prazer de ler os capítulos antes da publicação. Um dos comentários que fiz com o Menon foi justamente o de defender o uso do th (forma que defendo e uso ao tratar do corinthiano).
Sobre o Menon não ser corinthiano, acho irrelevante. O Rogério Ceni, nas poucas vezes que é criticado, diz que quem corneta nunca defendeu... Não acho que para criticar ou elogiar um goleiro é necessário ter sido goleiro. Para falar do Corinthians, não precisa, necessariamente, ser corinthiano, mas entender o povo. Menon, mais do que entendê-lo, faz parte do povo. Se não é corinthiano, azar o dele.

PS: agradeço as palavras elogiosas do Neto e do Moacyr. Espero conhecê-los no dia do lançamento, embora, como a cesária do meu Basílio foi marcada para o próximo dia 16, talvez não possa estar no dia.

márcia disse...

Vitor e Moacyr? hummmmm dessa vez vai!

Alexandre Massi disse...

Menon,

Fico contente em saber da publicação do livro. Assim que lançado, providenciarei um exemplar.

Parabéns e colocarei um post em meu blog.

Grande abraço

Alexandre Massi

márcia disse...

é o escritor mais gato e mais famoso que eu conheço. Vou comprar um montão de livros pra dar de presente aos amigos.

Fernando Galvão disse...

O verdadeiro Menon da Fiel se revela!

Fernando Galvão

Maurício Oliveira disse...

Como eu já lhe disse, Menon, você não precisa ter informação para escrever um puta texto. Imagina quando tem algo pra contar...
Pode anotar aí. Serei mais um a comprar no dia do lançamento.
Parabéns, mestre!!!

Julio disse...

HÁ 32 ANOS, O BRASIL, E O RIO DE JANEIRO EM PARTICULAR, SE ESPANTARAM COM O ACONTECIMENTO QUE PASSOU A SER CONHECIDO COMO "A INVASÃO CORINTHIANA".

DENTRO DO MARACANÃ, MAIS DE 70 CORINTHIANOS PROPORCIONARAM UM ESPETÁCULO INESQUECÍVEL. O NÚMERO TOTAL DE FIÉIS QUE SE DIRIGIRAM À CIDADE MARAVILHOSA FOI AINDA MAIOR.

FOI O MAIOR DESLOCAMENTO HUMANO, NÃO PROVOCADO POR GUERRAS OU CATÁSTROFES, EM TODA A HISTÓRIA.

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"Uma coisa é certa: - não se improvisa uma vitória. Vocês entendem? Uma vitória tem que ser o lento trabalho das gerações. Até que, lá um dia, acontece a grande vitória. Ainda digo mais: - já estava escrito há seis mil anos, que em um certo domingo, de 1976, teríamos um empate. Sim, quarenta dias antes do Paraíso estava decidida a batalha entre o Fluminense e o Corinthians.

Ninguém sabia, ninguém desconfiava. O jogo começou na véspera, quando a Fiel explodiu na cidade. Durante toda a madrugada, os fanáticos do timão faziam uma festa no Leme, em Copacabana, Leblon, Ipanema. E as bandeiras do Corinthians ventavam em procela. Ali, chegavam os corinthianos, aos borbotões. Ônibus, aviação, carros particulares, táxis, a pé, a bicicleta.

A coisa era terrível. Nunca uma torcida invadiu outro estado, com tamanha euforia. Um turista que, por aqui passasse, havia de anotar no seu caderninho: - "O Rio é uma cidade ocupada". Os corinthianos passavam a toda hora e em toda parte.

Dizem os idiotas da objetividade que torcida não ganha jogo. Pois ganha. Na véspera da partida, a Fiel estava fazendo força em favor do seu time. Durmo tarde e tive ocasião de testemunhar a vigília da Fiel. Um amigo me perguntou: - "E se o Corinthians perder?" O Fluminense era mais time. Portanto, estavam certos, e maravilhosamente certos os corinthianos, quando faziam um prévio carnaval. Esse carnaval não parou. De manhã, acordei num clima paulista. Nas ruas, as pessoas não entendiam e até se assustavam. Expliquei tudo a uma senhora, gorda e patusca. Expliquei-lhe que o Tricolor era no final do Brasileiro, o único carioca.

Não cabe aqui falar em técnico. O que influi e decidiu o jogo foi a torcida. A torcida empurrou o time para o empate.

A torcida não parou de incitar. Vocês percebem? Houve um momento em que me senti estrangeiro na doce terra carioca. "

(texto do genial dramaturgo e tricolor fanático Nelson Rodrigues, publicado em O GLOBO, no dia 06 de dezembro de 1976)

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IMAGENS DA INVASÃO:

http://br.youtube.com/watch?v=Jm7b6P1f6ck

http://br.youtube.com/watch?v=PGZtJts27CA&feature=related

http://br.youtube.com/watch?v=GQmoG4sDVuM&feature=related

http://br.youtube.com/watch?v=s6SK2GzAR1k&feature=related