Terça-feira, Fevereiro 09, 2010

PENA BRANCA MORREU. E FICA A SAUDADE DE CUITELINHO, DO BAR DA ESQUINA E DE TANTA COISA MAIS





Quinta-feira, Fevereiro 04, 2010

A ÚLTIMA DO KASSABINHO

Como você faria cinco refeições com R$ 3,80?Esta á a verba diária destinada pelo prefeito Kassabinho, o poste com que José Serra nos castigou, às crianças orfãs em situação de risco. Dese 1 de janeiro, ele não entrega mais merendas a essas crianças. Em vez da compra mensao com alimentos como arroz e feijão e uma ou duas compras semanais Kassabinho destinouj R$ 2.289 mensais às 20 crianças.





É a segunda investida de Kassabinho contra as crianças. A primeira foi derrotada devido à grande repercussão negativa. Em setembro de 2009, ele, democraticamente, pediu aos pais de alunos que escolhessem um qual refeição deveria sair do cardápio: café da manhã ou jantar. Kassabinho disse que as crianças comiam demais e que a obesidade é um perigo.


Essa é a herança de Serra, não se pode esquecer. Deixou São Paulo nas mãos de Kassabinho. Pelo menos, não se pode dizer que o delicado prefeito, tão interessado em matar criancinhas, seja pedófilo.

SOBERANIA INCOMODA CANTANHEDE



Eliane Cantanhede é aquela jornalista que recomendou, em tom de desespero, que todas as mães levassem os filhos a se vacinarem contra a febre amarela porque um grande surto estava tomando conta do Brasil.
É lógico que não foi por causa de sua coluna - os grandes jornais perdem influência a cada dia - mas houve gente que se vacionou sem poder. E morreu.
Irresponsável, ela é. E hoje, na FSP, mostrou o seu lado submisso. Vejam o que escreveu.

"Não poderia havar timing pior para a notícia sobre a compra de caças franceses do que hoje, quando Lula recebe as credeciais, nada mais, nada menos , do que do novo embaixador americano, o tão esperado Thomas Shannon. O (sic) EUA conco, ou concorriam com o F-18.

Quanta besteira. Primeiro, porque o governo não anunciou nada. Foi Catanhede que anunciou, em um furo. E, depois, porque um governo democrático e soberano pode tomara as suas decisões e anunciá-las quando quiser, independentemente de anúnico de embaixaror.

Catanhede é crítica contumaz da política externa altiva do Brasil atual. Sente saudades de tempos recentes, onde o país era humilhado. Conforme conta Moniz Banderia, amigo de Fernando Hernrique e, por isso mesmo, insuspetio. Vejam.

“Em 31 de jaQneiro de 2002, Celso Lafer, ministro de Estado das Relações Exteriores do Brasil, sujeitou-se a tirar os sapatos e ficar descalço, a fim de ser revistado por seguranças do aeroporto, ao desembarcar em Miami. Esse desaire, ele novamente aceitou, antes de tomar o avião para Washington, e mais uma vez desrespeitou a si próprio e desonrou não apenas o cargo de ministro de Estado, como também o governo ao qual servia. E, ao desembarcar em Nova York, voltou a tirar os sapatos, submetendo-se, pela terceira vez, ao mesmo tratamento, humilhante, dispensado a um dignatário estrangeiro, exatamente ele, o herói que tomara a iniciativa de convocar a Reunião de Consulta da ONU, invocando o TIAR, para demonstrar solidariedade com os Estados Unidos por causa dos atentados de 11 de setembro”, registra indignado.

Sexta-feira, Janeiro 22, 2010


ALÔ, KASSAB,
AlÔ, SERRA
ALO, PSDB

Quinta-feira, Janeiro 21, 2010

SAI FORA, KASSAB.
AQUAMAN É A SOLUÇÃO
PARA SÃO PAULO


Aquaman é um super-herói da DC Comics. Criado por Paul Norris e Mort Weisinger, fez sua primeira aparição na revista More Fun Comics #73, de novembro de 1941.

À exemplo do personagem da Marvel Comics Namor, O Príncipe Submarino, Aquaman também é um herói submarino originário do místico reino de Atlantis.

Por muitos anos, foi considerado um coadjuvante na DC Comics, entretanto foi retratado na Era de Prata dos quadrinhos como um dos membros fundadores da Liga da Justiça da América e foi incluído entre os personagens do seriado Superamigos, desenho animado que adaptava as aventuras da LJA nas décadas de setenta e oitenta, fazendo com que se tornasse um dos personagens mais conhecidos da editora.

Entretanto, talvez por dividir espaço com grandes ícones como Superman, Batman e Mulher Maravilha, Aquaman não raro foi alvo de gozação por seus poderes limitados e questionavelmente utéis pela mídia e pelo público. Mas, assim como a maior parte dos personagens de quadrinhos, ele também possui um contigente de defensores.

Talvez em resposta à forma como o personagem foi representado em Superamigos, a versão moderna do personagem se tornou cada vez mais Dark e poderosa, e não é raro vê-lo como uma pessoa raivosa e durona. Como Rei da Atlântida, demonstra segurança, e, às vezes, até arrogância


FIEL NÃO GOSTA DE JOGO LENTO




Com Danilo e Tcheco jogando juntos, o Corinthians terá sempre maior posse de bola que o adversário. Chegará a 70%. Com a bola nos pés, é mais fácil fazer gols. Com a bola nos pés, é mais difícil sofrer gols. Um pensamento burocrático. Um estilo de futebol que não combina com o Corinthians. Vai ser difícil a torcida engolir isso.
Corintiano gosta de time nervoso, que joga rápido e de jogador que se mata em campo. Não vai aceitar Dentinho no banco.

CADÊ O KASSABINHO QUE ESTAVA AQUI?



Vocês se lembram do Kassabinho? O bonequinho simpático, do tipo que não faz mal a ninguém, cabelo bem arrumado, assexuado, um tipo bem comportado, incapaz de dizer um palavrão em campo de futebol? O bonequinho que reresentava o candidato Gilberto Kassab, que buscava a reeleição? Ninguém sabe, ninguém viu. Nem o Kassabinho e nem o prefeito. A cidade está submersa e o prefeito não aparece.




Enquanto isso, seus seguidores continuam dizendo, cada vez mais baixo e de forma mais envergonhada que a culpa é nossa. Nós, cidadãos tropicais que jogamos lixo na rua e gastamos muita água. Ah, como seria bom ser prefeito de Londres, sonha o nosso (nosso nao, eu não votei nele) Kassab. Talvez eu até fosse recebido para um chá com a rainha.




São as enchentes que estão acabando com o capital político de Kassab. Ou a sua ausência diante de suas causas? O prefeito e o governador têm atitude parecida com a de René Preval, presidente do Haiti, que ainda não deu as caras diante da tragédia que fraturou o seu país.




Esse é um grande erro político de Kassab. Ele foi eleito sob um marketing brilhante que prometia mediocridade disfarçada. Nunca foi dito que Kassab seria alguém brilhante, capaz de projetar soluções critativas e duradouras para a cidade. Ousadia não é para o Kassabinho, tão contido, tão comportado. Nada de bilhete único, nada de CEU (prometeu manter e abandonou) nada que mudasse o sofrimento cotidiano de milhões de paulistanos.




Não. Kassab veio para tomar conta da cidade. Para colocar ordem nas coisas. Para destruir o que "aquela mulher" havia feito. Veio para ser um Jânio light. Um síndico. Só que na hora da enchente, o síndico sumiu. Não tem soluções? Pois vá para a favela ajudar as pessoas, colocar a mão na massa, mostrar-se presente. Ah, sei lá, ninguém votou em mim, pensou o Kassabinho.




Outro dia, foi à favela. Não desceu do carro. O povo caminhava pelas ruas alagadas e ele em pé sobre um carrinho, como um pequeno imperador. Quando foi cobrado por alguém, respondeu baixinho. "Você confia na gente, deixa que eu cuido disso". O pobre concordou. Duvido que vote em Kassab na próxima. As enchentes vão falar mais alto.

Sexta-feira, Janeiro 15, 2010

PAULISTÃO SÓ NO PASSADO

Vai começar o Campeonato Paulista. E, como todo ano, eu fico procurando por Faustino, Dicá, Dudu, Bazzani, Sócrates, Maritaca, Lance, Aguillera, Lorico, Mário e Zé Mário. Eram tempos diferentes. Os craques não iam para a Europa. Isso deixava os times grandes mais fortes do que hoje. E, por capilaridade, os pequenos também.






Havia times no interior de altíssimo nível. Duplas como Sócrates-Geraldão, Dudu e Bazzani, Oscar e Polozzi eram cantadas em verso e prosa pelo interior. E como era difícil jogar em Araraquara, no estádio da Fonte Luminosa, ou no Moisés Lucarelli, ou no Brinco de Ouro da Princesa ou no Santa Cruz.






Hoje, os times do interior estão na mão de empresários. Carlos Arini, ao ver o Guaratinguetá cair para a segundona, foi para Santo André. Muitos times são montados para um semestre apenas. Depois, os jogadores vão embora. Não há preocupação em revelar novos jogadores.




Realmente, para defender o campeonato paulista, é preciso voar no tempo e lembrar de uma realidade que só existe no meu pensamento afetivo.

Terça-feira, Janeiro 05, 2010


VIVA ERUNDINA


Através de grande mobilização de amigos e da sociedade civil (jantares e doações) a ex-prefeita Luiza Erundina conseguiu arrecadar os R$ 352 mil que tem de pagar ao Estado.




O motivo? Em 1989, publicou em alguns jornais material publicitário de apoio à greve de funcionários.




Talvez a decisão da Justiça esteja correta. A letra da Lei é fria. Mas isso não me interessa. O que sei é que a arrecadação termina com uma grande injustiça. Na terra que elegeu Maluf e Pitta, Erundina ser condenada por malservação de dinheiro público é uma ironia muito grande.


Importante também é saber que, após tantos anos de vida pública, a prefeita Erundina tinha apenas um apartamentono bairro de Mirandópolis como bem.


Em épocas de dinheiro na meia, na cueca e onde mais não se sabe, é bom saber que fomos governados - e bem governados - por uma pessoa de bem.

XEPA NO MORUMBI


O São Paulo, sempre querendo reforços à custo zero, viu sua estratégia falhar feio. Pensou em conseguir alguns jogadores de bom nível e outros quatro que realmente fizessem a diferença e só conseguiu cumprir metade do planejado. Isso, se considerarmos Carlinhos Paraíba como alguém de bom nível.





Com Cicinho, Fernandão, Guiñazu e Breno, o São Paulo teria atingido os seus objetivos e os "irmãos" Paraíba, Xandão, André Luiz e Léo Lima seriam analisados como acessórios. Teriam menos cobrança. Agora, não. Breno e Guiñazu não virão, Fernandão está difícil e só há boas possibilidades de ficar com Cicinho.





Alguém pode dizer que Léo Lima e Marcelinho Paraíba são melhores do que Hugo e Borges? Xandão e André Luiz desbancarão facilmente Renato Silva? Carlinhos Paraíba é banco mesmo. E tem Fernandinho, que está contundido. Mesmo ele, terá lugar no time, caso a escalação mantiver o esquema com dois atacantes?





Juvenal precisa rever seus conceitos. Sem dinheiro, só se consegue a xepa da feira. Pode até ser uma xepa chique, mas é xepa.


TIMÃO ENCARA BOMBA-RELÓGIO


O Roberto Carlos não foi original ao falar, em seu primeiro dia de Parque São Jorge, que vencer a Libertadores é uma obsessão em sua vida. Tcheco havia dito a mesma coisa em sua apresentação. É lógico que o meia foi mais sincero. Roberto Carlos, acostumado às disputas da Champions League, nem deve se lembrar que teve uma participação bem fraca na Libertadores de 94, sendo totalmente dominado por Euller, então no São Paulo.


Mas, no Corinthians, a moda é falar em obsessão pela Libertadores. O primeiro a dizer isso foi Andrés Sanches, no ano passado, logo após o time haver garantido a vaga com o título da Copa do Brasil. Realmente, o Corinthians só pensa nisso. É o título que não tem. É o título que os adversários usam para ironizá-lo. E estamos no centenário. É preciso ter um ano inesquecível.


Andrés montou um time reunindo estrelas como Ronaldo e Roberto Carlos e "especialistas" em Libertadores como Tcheco, Danilo e Iarley. Houve até o exagero de se chamar Iarley de MKr. Libertadores.


O caldo de cultura para grandes emoções está montado. O time praticamente andou no segundo semestre, abandonando o Brasileiro. Já estava na Libertadores. Só a Libertadores salva. A obsessão pode levar a uma decepção muito grande caso o título não venha. A bomba-relógio está montada.


O que eu acho? Andrés está certo. Tem diante de si um desafio, que, vencido, o tornará o maior presidente do clube em sua história. E contratou grandes jogadores para vencê-lo. Grandes times devem estar preparados para grandes desafios. O discurso medíocre leva à mediocrização. O Corinthians está pensando grande. Resolveu criar uma bomba-relógio para si mesmo. Terá força para desarmá-la?

Segunda-feira, Janeiro 04, 2010

MANDA QUEM PODE. OBEDECE QUEM TEM JUÍZO

LIionel Messi está no twitter. Tem 700 seguidores. E segue apenas dois: Maradona e a Fifa.

TEMPO RUIM NA VILA

O novo presidente do Santos assumiu prometendo vida nova no clube. Contratou o Geovanni, de 37 anos, que fracassou no clube em sua primeira volta, quando tinha "apenas" 33 anos.
Além deles, trouxe Bruno Rodrigo, zagueiro da Lusa, Bruno Aguiar, zagueiro do Guarani e Marquinhos, meia do Avaí. Vai ser difícil ganhar algum título com esse tipo de reforços.

Times como o Santos vivem um dilema muito grande. Donos de um passado glorioso, têm um presente cheio de incógnitas. O time tem menor torcida que os outros grandes do estado. Tem menos patrimônio. Tudo isso leva a menos patrocínio. Menos inheiro em caixa. Jogadores piores. E poucos títulos.

Para romper o círculo vicioso, só com muita sorte ou com muita loucura. Sorte (e competência) de revelar jogadores como Robinho, Diego, Alex, Elano e Renato, tudo ao mesmo tempo e agora. Ou loucura de fazer dívida, pagar mais do que os outros e montar um time caro que não se sustenta. Marcelo Teixeira fez as duas coisas. Com os garotos, foi campeão brasileiro. Com Luxemburgo, ganhou os dois últimos Paulistas.

Se Luis Álvaro pensar apenas em sanar dívidas e apagar incêndios deixados por Marcelo Teixeira, não vai ganhar nada. E será execrado. Se, como o antecessor, gastar mais do que pode, também terá problemas. Escolha de Sofia.